
Caixinha de Fósforos
Caixinha de Fósforos é uma performance sonora e poética para bebés e famílias, construída a partir do encontro entre poemas, música, luz e memória. Abrem-se caixas onde cabem árvores, estrelas, lembranças, medos e pequenos tesouros. Um barquinho de papel atravessa esse universo à procura de um lugar, enquanto a poesia, a música e a luz transformam o espaço e fazem nascer novas paisagens. Entre aquilo que guardamos e aquilo que aprendemos a deixar partir, inventamos um mundo onde até uma galáxia inteira pode caber numa pequena caixa. Porque há histórias que, quando chegam ao fim, não desaparecem. As estrelas regressam ao céu, mas a sua luz permanece.
CAIXINHA DE FÓSFOROS tem o apoio à criação da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes e é uma coprodução com o Município de Pombal.
Ficha Artística
Criação e interpretação Dulce Moreira e Mariana Santos – O Som do Algodão
Ilustrações Crankie Inês Montalvão
Cenografia Patrícia Costa e Miguel Tepes
Figurinos Patrícia Costa
Movimento Catarina Medeiros e Vanessa Canto – 37.25NAP
Conceção crankie Jon Dunn
Design Miguel Santos
Fotografia Pedro Sardinha
Vídeo João Rei Lima – JWorks
Tradução LGP Cláudia Rubim
Produção Marulhada, Associação Cultural
Co-produção Casa Varela – Município de Pombal
Apoio à criação República Portuguesa – Cultura/ Direção-Geral das Artes
O Som do Algodão
O Som do Algodão escreve-se no feminino. Duas mulheres, uma narradora e uma música, que exploram as potencialidades de dois corpos num único palco, encontrando novas formas de partilhar a arte, a plasticidade da palavra e a exploração sonora com bebés, crianças e famílias.
Criado em 2012, O Som do Algodão junta histórias e música, corpo e palavra. Gente grande e pequena para gestos que não têm idade. Trabalhamos as palavras, misturamos sons, música, intervimos com o corpo. Usamos as palavras sem meias medidas. Porque as palavras são para isso mesmo. E para abusar, de preferência.
Marulhada, Associação Cultural
A Marulhada, Associação Cultural, fundada a 21 de janeiro de 2016, tem desenvolvido um trabalho artístico contínuo focado essencialmente na performance, na palavra e na exploração sonora, assumindo-se como o ninho criativo que alberga O Som do Algodão. A Marulhada, AC integra ainda outros projetos paralelos nas áreas da performance poética, formação para crianças e adultos, formação contínua para professores e educadores e dança criativa Estrutura apoiada pela República Portuguesa – Ministério da Cultura.
CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS: Alexandre Lourenço, Alexandre Rodrigues, Diogo Rola, Guilherme Costa Oliveira, inezcortezphotography, João Vasco, Nelson D’Aires, Paulo Pinto, Pedro Correia, Pedro Ferreira, Pedro Moreira, Rui Eduardo Botas, Sofia Rolo, Teresa Oliveira, Teresa Pacheco Miranda