Agenda

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7 de Abril. 16h30 – Entre Bruxas e Feitiços, Pé de Cabra e Ouriços – Fnac MarShopping

*Entrada Gratuita*

Bem-vindo a uma sessão de histórias com duas personagens que bem conheces. A Bruxa Mimi e o gato preto Rogério são capazes de embarcar nas aventuras mais rocambolescas e inimagináveis. Nesta sessão, o jardim da Mimi é invadido por um vegetal muito especial e,…quando alguém bate à porta…há fumo pelo ar. O que é que está lá fora que nos quer assustar? Estão prometidos muitos feitiços e canções para crianças curiosas e intrépidas.

Duração| 45 minutos
Público-alvo| a partir dos 3 anos

13 de Abril. 11h- OVO [histórias e músicas para bebés e famílias sonhadoras] – Biblioteca Municipal de Vila Nova Cerveira

*Entrada Gratuita*

A trilogia para bebés AVES integra três espetáculos diferentes – Ovo, Ninho e vOaR –  desenhados, em exclusivo para a primeira infância. Uma experiência sensorial, performativa e sonora para partilhar entre famílias. Um berço criativo onde se juntam bebés, pais e sensações. A pele, o som, a curiosidade, a vontade de viajar. Um mundo novo onde se ganham asas, onde se aprende a voar, onde se lançam novos voos e se abrem caminhos a novas experiências.

OvO – O ovo é o início. É a primeira casa, é o calor que fermenta a vida, a explosão da expulsão. O Som do Algodão propõe uma viagem de descoberta, de renovação e de significados que se multiplicam. Um caminho que se desdobra em sons e significados, que trabalha e envolve os sentidos das crianças. Um conto para contar, onde a rima e o ritmo despertam os participantes, num jogo que pede a interação de todos na descoberta deste “ovo” que se transforma, que se desdobra em novas histórias a cada página. E, roda-se o ovo, e a história continua. Sensações, músicas e histórias para descobrir num “ovo” que é um casulo de emoções.

Informações| Biblioteca@cm-cerveira.pt

23 de Abril. 10h – Máquina de Embrulhar Poemas // 14h30 – A Fada Oriana na Floresta da menina do Mar. Biblioteca Municipal José Régio

Máquina de Embrulhar Poemas – E se uma máquina embrulhasse poemas, versos, cantigas e lengalengas? E se das máquinas brotassem poesia, gritos, canções? Nesta sessão, cada poema é uma paragem, é uma história e uma viagem, um enredo onde se embrulham poemas e coisas que rebentam da terra, que saltam das nuvens e dos locais mais inesperados. Afinal, a poesia é isso mesmo, a beleza desenfreada do inesperado.

A Fada Oriana na Floresta da Menina do Mar – Uma história original recheada de aventuras que junta as personagens eternizadas pelas histórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, abre-se a porta a encontros inusitados entre histórias aparentemente distantes.

23 de Abril. 21h –  Contos Populares, Cantigas aos Pares – Biblioteca Municipal de Cascais, S. Domingos de Rana

*Entrada Livre*

Com este serão de contos, a Biblioteca assinala o seu 14.º aniversário e o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Quem canta ao desafio, também conta histórias de bruxas, amores
desentendidos e de heróis mal compreendidos. De gente com manhas de bicho e de bichos de quem a gente foge.
Esta sessão de histórias e músicas resgata os enredos populares e o cancioneiro tradicional para homenagear os contos que povoam o nosso imaginário coletivo.

Público Alvo | Maiores de 16 anos
Informações | bsdr@cm-cascais.pt

25 de Abril. 16h30 – Histórias com Música lá dentro – Fértil. Casa da Pedreira

O Som do Algodão junta histórias e música, palavra e exploração sonora. Corpos e rimas. Gente grande e pequena para gestos que não têm idade. A educação para a arte e a promoção da leitura são os principais motores da nossa paixão.
Trabalhamos as palavras, misturamos sons, música, intervimos com o corpo. Usamos e abusamos dos livros, dos poemas. Transformamos as palavras, lavamo-las e colocamos, todas, no estendal. Para serem vistas, para ganharem novas formas e texturas. Assim, como se fossem peças para usar. Porque as palavras são para isso mesmo. E para abusar, de preferência. Colocamos as palavras na boca não para declamar. Mas para agitar. O palato, os outros, todas as certezas e instalar dúvidas. E as palavras são o ponto de partida, para construções sonoras e para a exploração performativa, usando a sonoplastia e o jogo teatral.
Há histórias e canções à solta. Queres ouvi-las, senti-las? O Som do Algodão leva-te a viajar entre contos sem idade, lendas encantadas e poesias desenfreadas. Histórias com música lá dentro que despertam sensações e a memória afetiva.

Mais informações| correio@fertilcultural.org // 91 822 46 97

30 de Abril. 16h – Máquina de Embrulhar Poemas – Teatro Municipal de Bragança

E se uma máquina embrulhasse poemas, versos, cantigas e lengalengas? E se das máquinas brotassem poesia, gritos, canções? Nesta sessão, cada poema é uma paragem, é uma história e uma viagem, um enredo onde se embrulham poemas e coisas que rebentam da terra, que saltam das nuvens e dos locais mais inesperados. Afinal, a poesia é isso mesmo, a beleza desenfreada do inesperado.