Agenda

1 Setembro – 11h. A Fada Oriana na Floresta da menina do Mar. II a (MOSTRA) // Mostra de Edições Independentes 2019. Cabe Cave.

Uma história original recheada de aventuras que junta as personagens eternizadas pelas histórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, abrindo a porta a encontros inusitados entre histórias aparentemente distantes.

Criação e interpretação: Dulce Moreira e Mariana Santos | Produção Executiva: O Som do Algodão/ Marulhada, Associação Cultural
Público-alvo: famílias e crianças

*Entrada Livre

16h30. BZzZ! A Casa da Mosca Fosca. Fnac do MarShopping

A partir do livro “A Casa da Mosca Fosca” (Eva Mejuto), as crianças serão envolvidas por lengalengas e onomatopeias despertadas por personagens estranhas como o Morcego Ralego, o sapo Larapo, ou o Urso Lambeiro, entre outros. No fundo, todas estas personagens fazem parte de uma festa em casa da Mosca Fosca: sete assentos, sete pratos e sete animais… alguém bate à porta. Quem será que aí vem?

Texto, Encenação e Interpretação: O Som do Algodão
Produção: O Som do Algodão // Marulhada, Associação Cultural

*Entrada Livre

8 de Setembro – 16h. Máquina de Embrulhar Poemas. Fnac Santa Catarina.

E se uma máquina embrulhasse poemas, versos, cantigas e lengalengas? E se das máquinas brotassem poesia, gritos, canções? Nesta sessão, cada poema é uma paragem, é uma história e uma viagem, um enredo onde se embrulham poemas e coisas que rebentam da terra, que saltam das nuvens e dos locais mais inesperados. Afinal, a poesia é isso mesmo, a beleza desenfreada do inesperado.

Texto, Encenação e Interpretação: O Som do Algodão
Produção: O Som do Algodão // Marulhada, Associação Cultural

*Entrada Livre

14 de Setembro – 10h. 1.ª Parte Trilogia OVO – Biblioteca Municipal da Guarda

O ovo é o início. É a primeira casa, é o calor que fermenta a vida, a explosão da expulsão. O Som do Algodão propõe uma viagem de descoberta, de renovação e de significados que se multiplicam. Um caminho que se desdobra em sons e significados, que trabalha e envolve os sentidos das crianças. Um conto para contar, onde a rima e o ritmo despertam os participantes, num jogo que pede a interação de todos na descoberta deste “ovo” que se transforma, que se desdobra em novas histórias a cada página. E, roda-se o ovo, e a história continua. Sensações, músicas e histórias para descobrir num “ovo que é um casulo de emoções.

Corpo técnico e artístico: Dulce Moreira e Mariana Santos Cenografia: Lilia Catarina
Produção: O Som do Algodão // Marulhada, Associação Cultural

15 de Setembro – 16h. [HERBÁRIO] [um manifesto poético e musical para crianças e famílias]. Fnac NorteShopping

[HERBÁRIO] [um manifesto poético e musical para crianças e famílias]
O Som do Algodão propõe uma viagem sensorial e sonora pela floresta, por todas as florestas. Onde as árvores são gente, com braços fortes para resgatar homens perdidos, com o doce embalo dos seus ramos. São gente que encontra mais gente, que abre a porta de casa, que ama e que corre atrás dos sonhos, são gente que lê poemas, que canta e conta histórias pequeninas. A partir do livro “Presos”, de Oliver Jeffers, a história do papagaio de um rapaz que fica preso numa árvore. E logo a seguir, o sapato, a escada, um balde de tinta, um orangotango e uma baleia. Todos no sítio errado à hora errada. E isto foi apenas o início. Há coisas presas à árvore, mas há tantos poemas que brotam do solo. Tudo sem pré-aviso. Prémio Gulbenkian da Literatura Infantil, em 1999, “Herbário” é um livro cujas folhas de papel são preenchidas com outras folhas, as das árvores e das plantas que desconhecemos, mas que se tornam
cada vez mais familiares, à medida que folheamos e descobrimos um novo poema e uma nova ilustração. Uma encruzilhada de histórias e poemas à solta na floresta. Uma performance que nos leva, de mão dada, até à floresta. Que nos convida a regressar à terra, às origens, a buscar o sentido nas pequenas coisas. E tu, vens de mão dada connosco?

*Entrada Livre